A saúde de quem você ama, todos os dias.
O relógio da sua mãe registra o coração em repouso, o sono e os passos. O AEvita aprende o que é normal para ela — e, quando o dia foge desse padrão, você fica sabendo. Com calma, sem invadir.
1 mês grátis, depois R$ 49,90 por mês. Quem acompanha não paga.
Três passos. Nenhum aparelho novo.
O AEvita não substitui o relógio nem o médico. Ele soma ao cuidado que já existe.
O relógio registra
Coração em repouso, sono e passos ficam gravados no celular dela — no Health Connect (Android) ou no app Saúde (iPhone). O AEvita só lê o que já está lá.
O AEvita aprende o normal dela
Em alguns dias, o app conhece o padrão de cada pessoa e resume o dia em um número só, de 0 a 100: o Índice do dia. O que importa não é o número — é o desvio.
A família vê
Ela mostra um código de 6 letras ou um QR; você acompanha pelo seu celular. Se o dia sai do padrão dela, chega um aviso. Para ligar, basta um toque.
Não existe um número certo para todo mundo. Existe o dela.
Uma pessoa de 78 anos que dorme seis horas e caminha três mil passos pode estar ótima — se esse for o normal dela. O AEvita não compara sua mãe com uma tabela: compara sua mãe de hoje com a sua mãe das últimas semanas.
Quantas vezes o coração bate por minuto quando ela está parada. Costuma ser estável — por isso é o primeiro sinal de que algo mudou.
Quanto dormiu e se a noite foi inteira ou picada. Não precisa de nada além do relógio no pulso.
A meta é ajustada pela idade e pelo histórico — ninguém cobra dez mil passos de quem tem 82 anos.
Os pesos do Índice do dia se apoiam em estudos publicados sobre sono, atividade e coração em repouso. A lista completa fica dentro do app, em Base científica. Conteúdo educativo — não substitui avaliação médica.
Saber sem invadir.
Cuidar de longe aperta o coração. O AEvita devolve um pouco de tranquilidade informada — sem transformar sua mãe em alguém vigiado, e sem transformar você em plantão.
Ela decide quem acompanha
O vínculo nasce no celular dela, com um código de 6 letras ou um QR. Sem prova de parentesco: quem decide quem vê o dado é o dono do dado. E dá para desfazer a qualquer momento.
Quem acompanha não paga
Irmãos, netos, a nora que mora perto: todos podem acompanhar, sem custo. O plano cobre quem tem o relógio e o próprio Índice do dia.
Um aviso, não um alarme
Quando o dia sai do padrão dela, você recebe um aviso em linguagem simples — e os botões de ligar e mandar mensagem ficam ali. Nada de sirene. O AEvita não é serviço de urgência.
A receita, lida no próprio aparelho.
Aponte a câmera para a receita impressa e o AEvita organiza os medicamentos: nome, dose e horário. A foto não sai do celular.
A receita é lida dentro do celular, sem subir para nenhum servidor. Receita manuscrita não é lida — e a lista pode ser digitada.
O app indica quais medicamentos constam do programa do Ministério da Saúde. É informação pública, não recomendação — confirme sempre na farmácia.
Pelo que foi informado, o app avisa quando um remédio está perto do fim. Quem prescreve e ajusta dose é o médico — o AEvita só organiza.
Dado de saúde é íntimo. Tratamos assim.
Não é uma página de política escondida no rodapé. É o jeito como o produto foi construído.
Armazenado no Brasil
Seus dados ficam em servidores no Brasil, sob a Lei Geral de Proteção de Dados, com consentimento específico e registrado.
Nunca para publicidade
Nenhum dado de saúde é usado para anúncios, e o app não carrega identificador de publicidade. Quem olha o dado é quem a pessoa autorizou — ninguém mais.
Seu, de verdade
Exporte o histórico quando quiser e exclua a conta com todos os dados em um toque, dentro do app. Direitos do titular, na prática.
O que acontece entre as consultas, como contexto para a consulta.
O Portal do Médico reúne, num só lugar, os pacientes que já usam o AEvita e consentiram em compartilhar: tendência de 90 dias de coração em repouso, sono e passos, e um relatório em PDF para o prontuário.
O paciente e a família acompanham com o consentimento dele. O médico só vê os dados se houver vínculo consentido no app.
Informação de bem-estar como contexto clínico — não é diagnóstico, não é dispositivo médico e não substitui a avaliação presencial. A recomendação do app é opcional e a recusa do paciente não muda o cuidado.
Acesso com código de verificação. Ativação manual pela equipe.
Olhar é de graça. Ter o próprio Índice é pago.
Um plano cobre quem usa o relógio e tem o próprio Índice do dia. Quem só acompanha — filhos, netos, irmãos — nunca paga.
Sem custo
Sem cartão. Para acompanhar quantas pessoas te autorizarem.
- Acompanhar quem te autorizou, com aviso quando o dia sai do padrão
- Ligar e mandar mensagem em um toque
- Remédios e leitura da receita
- Vínculo por código ou QR, que pode ser desfeito
Quem tem o relógio
1 pessoa com relógio. 1 mês grátis, depois R$ 49,90 por mês. Cada pessoa a mais, R$ 30 por mês.
- O Índice do dia de cada pessoa com relógio ou pulseira
- Aviso à família quando o dia sai do padrão dela
- Histórico de 90 dias e relatório em PDF para levar à consulta
- Tudo do plano sem custo, para quem acompanha
- Assinatura pela loja do celular. Cancele quando quiser.
O app vai no celular de quem usa o relógio; você acompanha no seu. A cobrança é feita pela Google Play ou pela App Store, nos termos da loja.
O que as famílias perguntam antes de começar.
Funciona com o relógio que ela já tem?
Precisa instalar no celular dela?
É um serviço de emergência?
Ela vai se sentir vigiada?
Posso cancelar?
Quem vê os dados dela?
Comece hoje. Amanhã você já sabe como foi a noite dela.
1 mês grátis, depois R$ 49,90 por mês. Quem acompanha não paga.
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